1…da Argentina (x2):
3. Da Colômbia:
4. Do Paraguai:
5. Da França:
6. Da Austrália:
7. Da Espanha:
8. Dos Estados Unidos:
9. Do Brasil:
10. Da Tailândia:
Share this Post[?]1…da Argentina (x2):
3. Da Colômbia:
4. Do Paraguai:
5. Da França:
6. Da Austrália:
7. Da Espanha:
8. Dos Estados Unidos:
9. Do Brasil:
10. Da Tailândia:
Share this Post[?]Um dos seminários que eu mais gostei do último Festival de Cannes foi “Wildfire Stories”, apresentado pela Leo Burnett e a Contagious magazine. O tema era o seguinte: há sete enredos básicos para se contar uma história. O tempo passa, a tecnologia cria novas ferramentas, mas a maneira de contar segue enredos que existem desde o tempo das cavernas
As pinturas rupestres, os ditados de Confúcio ou as histórias de Dona Benta, tudo são técnicas de contar estórias. E mesmo hoje, com os meios digitais, a indústria da comunicação e seus clientes continuam se inspirando em tradições milenares para contas as suas histórias e cativar corações e mentes.
Porém, um erro comum dos anunciantes é ouvir o canto da sereia da tecnologia e achar que ela é o grande diferencial da era digital. Na verdade, ela propicia uma forma mais elaborada de contar uma estória. E mais sofisticação na técnica.
O mundo virou multi-canal e as possibilidades da gente contar uma estória de forma não-linear aumentaram. E quem não entender esta mudança vai ficar falando sozinho, ou comprando mídia pela tecnologia e não pela adequação à estória que precisa ser contada.
Por isso um conceito contemporâneo de utilização de meios digitais considera a tecnologia como coadjuvante da estória. E este conceito se aplica na vida das pessoas, no cotidiano. Quanto mais invisível a tecnologia, mais útil e facilitadora ela se torna.
Seguindo a tese do Wildfire Stories, contar estórias é uma habilidade milenar que nasceu com a própria civilização humana. E, na verdade, os enredos possíveis de uma história não mudaram desde então. Na sequência, os exemplos para cada um destes enredos que foram apresentados em Cannes.
1. Comédia
2. Tragédia
3. Vencendo o monstro
4. Jornada e retorno
5. A busca
6. Do farrapo à riqueza
7. Renascimento
Share this Post[?]Gustavo Cavinato
A nova campanha que fizemos aqui na Dez para o Vestibular de Verão da Feevale traz uma peça bem diferente do que costumamos ter por aí. Com um conceito que diz “Venha descobrir o talento que existe em você”, a campanha ganhou um jingle inspirado no grupo Stomp e no conhecidíssimo Zé da Folha, folclórico músico de rua de Porto Alegre, famoso por tocar uns quatro ou cinco instrumentos ao mesmo tempo – um deles é uma folha que, nos lábios do sujeito, vira um instrumento de sopro muito louco. Não sei de qual planta sai tal folha*, mas enfim, a ideia do jingle foi justamente usar o talento dos caras da Lado B Produtora pra fazer música com objetos que não são usados para isso. O resultado ficou bem legal e rendeu o vídeo abaixo. A criação é deste que vos escreve, do Antônio Soletti e do sempre ótimo staff da Lado B:
*É prudente avisar: não saia soprando qualquer folha por aí. Nem todas dão som e tu pode pegar uma micose ou coisa parecida. Mais informações sobre a folha e os instrumentos usados, falar direto com a fonte: ladob@ladobprodutora.com.br
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Família Palhaço! Gabriela Moura, Ísis Albuquerque, Rafahel Moura e Ridan Albuquerque montaram o menor circo do mundo no Parcão e foram a atração de quarta-feira.



Mais um estrela pronta no Parcão:


Terça também foi o dia de Bob Dylan e Bob Cuspe. Ou de Matheus Walter e Lufe Bollini, que já foram da banda Tomate Maravilha e hoje em dia tocam em diversas bandas. Veja o gig dos caras em inglês:
Em português:
Em jamaicano!
Foi o dia do incrível homem-banda da Dez animar o Parcão:
O tempo abriu e os artistas fizeram suas intervenções nas estrelas.
Ana Malcon
Cow Bees
Débora Soster





















A impressionante chuva que caiu trancou tudo. A estrela na frente da Panvel do Parcão ficou embrulhada esperando o vendaval passar:

Durante a Semana ARP da Comunicação (8 a 14/11), você vai ver nas ruas do bairro Moinhos de Vento o projeto Dez Estrelas: muita arte, musica e interpretação. Tudo isso, com a participação de artistas que irão transformar cada estrela em uma tela durante o evento. Aqui no blog você vai poder ver fotos e mais informação sobre as estrelas.
E não esqueça: todos os dias, a partir das 12h30, pocket shows e muitas atrações na esquina da rua 24 de Outubro com a rua Goethe.
Share this Post[?]Gustavo Cavinato
Tempos atrás eu postei aqui uma foto de parte da equipe da Dez no set de filmagem da campanha que fizemos para o Multipalco Theatro São Pedro, em 2005. Para refrescar a memória, essa foi a foto:

Quando éramos jovens
Eis que o destino resolveu reunir, quatro anos depois, o mesmo grupo de ex-colegas para uma foto, dessa vez no glorioso casamento* do Patrick, um dos redatores da tal campanha, com a Rossana, hoje sua esposa. Vejam essa celebração dos ex-Dez (eu continuo aqui, não confundam), chorem com a gente e contem as rugas que pintaram em nossos rostos nesse tempo que passou:

Da esquerda para a direita: Rossana (a noiva), Luiza Ollé (a diretora de arte), Leo "Loco" Garcia (o redator), Patrick (o outro redator e noivo) e eu (também redator)
*Esse casamento vai render um post MORTÍFERO em breve neste blog. Stay tuned.
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