• 10Oct

    Cordialmente...

     1. Teu nome completo é:
    Vítor Luís Silva Corbellini

    2. De onde tu vens, pessoal e profissionalmente?
    Sou natural de Porto Alegre, mas vivi grande parte da vida em Canoas. Amigos e Família são ainda 99% por lá. A história é longa mas em resumo nos últimos 15 anos são 5 de Martins e Dez de Dez sempre trabalhando na área administrativa (um pouco de tudo).

    3. Se não trabalhasse na Dez, o que tu gostarias de fazer?
    Algum tempo atrás tinha o sonho de ser locutor, mas ainda estou lutando para ultrapassar algumas barreiras pessoais, hoje tenho mais um sonho em trabalhar em área financeira, seja num Banco, Seguradora ou ainda em Corretora de Valores (apesar da crise atual).

    4. Por que o Delmar só contrata colorados?
    É tradição e requisito primordial do departamento ter somente colorados, os gremistas que tinham pediram para sair. Sério, não agüentavam a gozação hasta Christian, Fagner e os ex-estagiários Maurício e Maicon….

    5. Qual a melhor música para cantar no chuveiro?
    Se cantasse teria que ser in English: U2 – “Beatiful Day”.

    6. Se tu encontrasse o Cid Moreira na rua, o que faria?
    Ia no mínimo achar fora do normal, quase a mesma sensação que tive certa vez ao ver o Paulo Sant’anna pegando o ônibus TV no centro para o Morro Santa Tereza. Muito estranho, não sei bem explicar, acho que é por efeito de vê-los somente na TV.

    7. Zé Aldo ou Paulo Britto?
    Zé Aldo.

    8. Quatro melzinhos e um limão:
    Ter muita saúde
    Ter coragem para agir
    Ter uma profissão e uma carreira de sucesso
    Ter paz de espírito
    Preocupação demasiada

    9. Tu achas que o Goli é gay?
    Achar eu acho, mas, se for é muito estranho porque tá sempre namorando com mulher bonita. Acho que é a forma “alegre” que ele usa, mas que serve para derrubar barreiras com elas.

    10. Se tu fosse uma pedra preciosa, qual tu serias?
    Pedra não, mas um metal precioso: o Ouro, por causa da cor amarela acho uma cor vibrante, rica e principalmente por atrair a felicidade

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  • 08Oct

    Como toda empresa genuinamente brasileira, a Dez também tem boleiros ávidos por chutar uma pelota depois do expediente. A mobilização para as partidas geralmente acontece através de um e-mail enviado por qualquer um dos jogadores; os outros atletas são tomados pela empolgação coletiva, a quadra de futebol sete é agendada e surge mais uma oportunidade de confraternização e de troca de carrinhos violentos com os colegas de outros departamentos.

    O último jogo aconteceu na terça passada. A proposta de fazer um Gre-Nal foi abraçada por todos, inclusive eu, que não jogava uma partida de futebol sete desde 2005 (situação agravada por um acidente doméstico que sofri em fevereiro do ano passado, quando trinquei o polegar do pé esquerdo fazendo exercícios na barra) (não me pergunte como; a história é meio longa) (enfim, em resumo, não consigo mais dobrar o tal dedo). Acabamos por fechar dois times, sete para o lado colorado e oito para o lado gremista. Os gremistas tinham um jogador reserva, nós não, e isso acabou sendo letal para o resultado final da partida, como veremos mais adiante.

    A partida começou equilibrada. Enquanto o Grêmio incomodava com Jeferson e Márcio no ataque, o Inter seguia seguro com Felipe desarmando e saindo com desenvoltura na defesa e com o maestro Carravetta acertando passes e chutando com precisão na frente. A entrada de Eidy, um nipônico veloz no estilo do saudoso Paulinho Kobayashi, também deu gás ao ataque gremista.

    Infelizmente, minha atuação acabou desequilibrando o jogo a favor dos gremistas. Os dois anos sem jogar e a semi-lesão no polegar pesaram no lombo. Corri nos primeiros vinte minutos; com trinta minutos de partida, não conseguia caminhar e respirar ao mesmo tempo. Por fim, aos quarenta, quando meu estado era parecido com o de um asmático disputando a São Silvestre, recebi uma bola na frente do gol e chutei com a pouca força que me restava, para cair rugindo na grama com uma cãibra fatal na panturrilha direita. Não havia mais nada a fazer a não ser rolar para fora do campo e ficar ali, estendido como um matambre recheado esperando a sua vez de ir para o fogo. E claro, meu chute passou longe do gol, em uma rosca fraca e constrangedora à direita de Hugo, arqueiro gremista de boa atuação. A falta de reservas colorados fez com que o Nilo trocasse de lado, atuando pelo Inter, no meu lugar, durante o último terço do jogo.

    A partida terminou em 8 a 4 para o Grêmio. Teremos um novo embate nessa terça e dessa vez os colorados terão um reserva para evitar situações como a do jogo anterior. Já confirmei presença (mas só se esse torcicolo maldito não continuar até amanhã).

    O Grêmio foi a campo com:

    Hugo (Produção Gráfica)
    Dedé (Criação)
    Soletti (Criação)
    Márcio (Tecnologia)
    Nilo (Atendimento)
    Giovanni (Produção Gráfica)
    Eidy (Criação)
    Jeferson (Estúdio)

    O Internacional entrou com:

    Moa (Estúdio e gremista, mas reforçou os colorados pela falta de goleiro)
    Frodo (Ex-Criação da Dez)
    Felipe (Financeiro)
    Eduardo (Criação)
    Gabriel “Mocoso” Martinez (Criação)
    Carravetta (RTVC)
    Cavinato (Criação)

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