• 29Jan

    Carlos Saul Duqueobamis

    FaLindo Beauty Shop

    Fique bonita a preços populares

    Banca Rota

    Stand 23 do novo camelódromo

    Sub Prime Rib 

    Almoço executivo

    Estar&Gflação

    Móveis de escritório usados

    Tá Barack

    Tudo por R$ 1,99

    Mama África Galeto d’Angola

    Preços subsaarianos

    Farmácia Faixa de Gaze

    Aqui tudo falta

    Disney Islândia Parque Temático

    É brincadeira o que acontece por aqui

    BRIC da Redenção

    Produtos importados da Rússia, Índia, China e Baraguai

    Recessão da Meia-Noite

    Cinema drive-in overnight 

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  • 28Jan

    robotwill-4web

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Carlos Saul Duque

    Você sabia que grande parte dos investimentos dos principais bancos e corretoras dos Estados Unidos é controlada por softwares de inteligência artificial? A consultoria especializada Aite Group acredita que quase 40% de todas as negociações realizadas nas bolsas americanas já são controladas por corretores-robôs, que tomam decisões de compra e venda sozinhos. São quase 1 bilhão de transações por dia feitas por máquinas sem deus e sem patrão.

    No auge da crise de dezembro do ano passado, Citigroup, Lehman Brothers e Bear Sterns, para citar três empresas que escorreram pelo ralo, tinham parte de suas aplicações robotizadas. Se isto piorou a crise ou não, ninguém pode ter certeza. Mas o analista americano Matthew Samelson estudou o assunto e acha que os robôs reagiram agressivamente ao que estava acontecendo e ajudaram a disseminar o pânico no mercado. 

    Lendo isso, não consigo deixar de pensar na diferença de opiniões que baliza o roteiro de “Wall-E“, a animação da Pixar que foi considerada obra-prima pela New York Magazine. O robô enferrujado Wall-E, como Charles Chaplin em “Tempos Modernos”, tem uma atividade robótica-repetitiva enlouquecedora: compactar o lixo da Terra em blocos e depois os organizar em enormes pilhas. Sua distração é colecionar a memorabilia da extinta vida terrestre que vai achando entre o lixo. Até o dia em que “uma” robô de nome Eve chega do espaço e, como se fosse um desses avaliadores automatizados de Wall Street, atinge Wall-E com sua agressividade e frieza para cumprir sua missão. É claro que Eve acaba domada pela doçura do robozito, mas infelizmente isto aconteceu em Wall-E, que é ficção, mas não em Wall-S, que é a mais dura realidade.

    As previsões são de que em 2015 o Japão tenha um robô em cada casa. Os coreanos, em 2020. E assim como a humanidade se robotiza, é melhor para todo mundo que os robôs se humanizem. Já se fala em computadores totalmente pensantes lá para 2061, o que nos dá uma certa folga para planejar o que a gente vai fazer se os caras resolverem, como em um de cada três filmes de ficção que a gente vê, sair no braço com a humanidade.

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  • 22Jan
    Categories: Internet Comments: 2

    Foguinho

    Se até os Estados Unidos resolvem dar um passo em direção à modernidade, por que nós não faríamos isso também?

    A verdade é que nesse tempo que passou desde a criação do Blog da Dez, muita coisa aconteceu. Eu mudei de função dentro da agência, o Cavinato foi sequestrado, um alien nasceu no tornozelo da Dani, o Saul pegou o sofá dele de volta, eu aprendi mais sobre internet, SEO e outras coisinhas divertidas que a rede mundial de computadores nos proporciona.

    E, no caso dos seres humanos normais, mais conhecimento gera novas necessidades. E a gente quis mais do blog. Quis que ficasse mais fácil de gerenciar, mais fácil de mexer, mais legal de ler, em resumo: mais afudê.

    Então, após apresentar a idéia para o Saul, eu e o Vinícius (nosso famigerado gerente de TI) mergulhamos na interessante empreitada de refazer nosso blog usando o WordPress. Nesse meio tempo, eu tive a chance de relembrar porque eu larguei o webdesign (em 1998). O Vini, por sua vez, teve a chance de querer me esganar um bom número de vezes. E nós seguimos testando e testando e testando.

    Então o Saul disse: faça-se uma versão beta. E nós fizemos. E cá está ela.

    Ela tem bugs, tem coisas pra arrumar e tem, provavelmente, problemas que nós nem sabemos, mas dos quais já estamos totalmente redimidos por termos colocado a palavrinha “beta” no canto. Genial, não? Contanto que médicos e advogados não passem a usar esse recurso, tudo deve ficar bem.

    Mas voltando ao blog: nos próximos capítulos a idéia é que mais blogueiros aqui da agência se juntem aos que a já escreviam antes. Além disso, a idéia é disponibilizarmos algumas coisas legais para as pessoas poderem baixar aqui. Mas tudo beta, pra caso estrague o computador de vocês, todos já estejam mais do que avisados.

    Além disso, vamos testar outros plug-ins, widgets, recursos, traquitanas, gambiarras, geringonças e o que mais acharmos à nossa disposição para poder tornar esse blog cada vez mais afudê!

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  • 16Jan

    “Neste verão, esqueça os livros populares de gestão e suas receitas de pedra filosofal. É melhor ocupar a mente com diversão de qualidade do que entupi-la com pseudociência.”

    Thomaz Wood Jr., colunista da revista Carta Capital. Compre a última e leia também o “Blog do Além”, escrito semanalmente por um dos fundadores da Dez, Vitor Knijnik, Vice-Presidente de Criação da Energy.

    frases_verao1

    frases_verao2

    “De todas as maravilhas da natureza, uma árvore no verão talvez seja a maior delas… com a possível exceção de um alce usando uma malha e cantando “Embraceable You” .”

    ?Woody Allen, que está em cartaz nos cinemas neste verão com “Vicky Cristina Barcelona”, além de ser o objeto de estudo do livro “Conversas com Woody Allen”, do jornalista Eric Lax.

    frases_verao3

    “O inverno mais frio que enfrentei foi um verão em San Francisco.”

    Mark Twain, escritor norte-americano, autor das excelentes aventuras de Tom Sawyer e de Huckleberry Fin. Se ainda não leu, tire férias e leia um.

    frases_verao4

    “Chegou o verão, e há o que sempre houve: casais que estremecem, confusões conjugais e extra, ansiedade esparsa, caju e abacaxi, viagens bruscas, suaves delírios, telefonemas esquisitos, noitadas vãs. Tudo isso é o verão, e o verão é a verdade do sol. Queimam-se as mulheres. Umas se fazem cor de cobre, outras se doiram, em outras repontam discretamente sardas ao longo do corpo, como estrelas ao crepúsculo. Reparem bem esta comparação: é obviamente ruim mas é tipicamente de verão, e o verão em si não é mau, nem bom. É a nossa profunda, verdadeira verdade.”

    Rubem Braga (1913-1990), o “sabiá da crônica” brasileira.

    frases_verao5

    “Uma vida sem amor é como um ano sem verão.”

    Velho e sábio provérbio da Suécia, onde os invernos são, realmente, de co

    rtar o coração.

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  • 05Jan
    Categories: Cavinando Comments: 0

    Na noite do dia 31, a idéia era fazer uma ceia conjunta com nossos vizinhos do lado. Faltando dez minutos para a meia-noite, peguei a chave de casa para buscar as quatro garrafas de espumante no freezer e levar para o quintal dos vizinhos. Meu pai não avisou que a fechadura tinha problemas; girei a chave, o troço quebrou por dentro e aí ninguém conseguia abrir – a hipótese de chamar um chaveiro a cinco minutos da entrada para 2009 foi rechaçada de maneiras diversas, do xingamento ao sorriso irônico acompanhado de cabeça balançando. O pessoal da casa da frente ria do meu pai com o pé na porta. “Tá alongando?”, gritavam eles. À meia-noite em ponto, arrombávamos nossa própria casa com um pé-de-cabra enfiado em uma das venezianas. Meu irmão rasgou a camisa pulando a janela e havia lentilha torrando no fogo. 2008 ficava para trás com cheiro de fumaça. Brindar no final de tudo acabou sendo um alívio.

    Os garçons de Capão da Canoa continuam roubando o troco.

    O já mitológico Xis do Vini, em Rainha do Mar, segue sendo o melhor xis do universo e continua rendendo histórias letais. A mais recente conta que o sujeito chegou lá e pediu um xis. Abel – dono do Xis do Vini – não pensou duas vezes: anotou o pedido, TIROU A REGATA NA FRENTE DO CLIENTE e entrou na cozinha.

    Enquanto isso, a concorrência tentava desesperadamente chegar ao nível de humor involuntário do mestre. Numa madrugada dessas, Vini fechado, a solução foi parar no xis ao lado. Alguém da mesa aponta para um tal de “XIS FISCH” (sic) no cardápio. O cara comete o erro de chamar a atendente e perguntar que peixe vai no “XIS FISCH” (sic). A garota, visivelmente pega de surpresa, responde: “Bah, vou ter que ver com o pessoal lá dentro, mas acho que é ALCATRA”.

    Alcatra.

    Aí ele pediu um de bacon, mesmo.

    Mais virá por aí. A chuva também molha e estraga histórias de feriadão.

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