• 30Oct

    Já está no ar a campanha de Vestibular de Verão da Feevale, que é uma das novas contas da Dez. Os comerciais de TV, anúncios e demais peças são protagonizados por dois personagens inusitados: um espirituoso casal de cérebros que mora no laboratório do campus. Em um dos filmes, os dois apresentam a Feevale por dentro, mostrando tudo o que a instituição oferece aos seus alunos.

    (NOTA REALMENTE NECESSÁRIA: quem ainda não conhece a Feevale pessoalmente, wow, não sabe o que está perdendo. O troço é realmente impressionante: o lugar é lindo, enorme e me deixou nostálgico em relação aos meus nem tão longínquos anos na faculdade. Recomendo fortemente uma visita. FIM DA NOTA REALMENTE NECESSÁRIA. OBRIGADO.)

    Bem, o trabalho tem dado um retorno legal: há esse pessoal bem empolgado com os cérebros e as inscrições pro vestibular estão bombando. O que quase ninguém sabe é que uma das maiores inspirações para a criação dos personagens da campanha “Use O Que Você Tem Na Cabeça” veio de um vagabundíssimo filme de ficção científica rodado lá nos anos 50.

    O filme em questão chama-se THE BRAIN FROM PLANET AROUS, foi lançado em 1957 e conta a história de Gor, um cérebro gigante de outro planeta que desce na Terra com o objetivo de dominar o mundo. Para levar adiante seu plano maquiavélico, ele se apodera da mente de um cientista e acaba se apaixonando pela noiva do doutor. Completando a maluquice desenfreada proposta pela fita, há ainda um cérebro BOM do mesmo planeta, que se junta à Sally, a tal noiva, para tentar salvar a Terra das garras – cérebro tem garras? – de Gor. Como se vê, o argumento rocambolesco compensa com muita criatividade a falta de grana da produção; também é de se perguntar o que o cara tomava pra bolar um troço desses.

    Mas vamos ao que interessa, que é o personagem que inspirou os cérebros da Feevale. Senhoras e senhores, este é Gor:

     

    Simpático, não? Mas pode tirar o sorriso do rosto, caro leitor. Nas imagens abaixo, Gor revela sua real índole por trás do olhar meigo, atacando humanos de maneira demente e sem qualquer sentido:

    Repare no sujeito completamente descontrolado tentando conter o bicho com o auxílio de um machado. Genial demais. 

    Obviamente, os cérebros da Feevale são bem mais inofensivos do que nosso amigo Gor. E quanto a dominar o mundo, bem, eles já estão satisfeitos em dominar o conteúdo das provas e também as inscrições pro vestibular.

    Ah, em breve, os comerciais da campanha pintam aqui no site da Dez. 

    Stay tuned for more rock´n´roll.

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  • 08Oct

    Como toda empresa genuinamente brasileira, a Dez também tem boleiros ávidos por chutar uma pelota depois do expediente. A mobilização para as partidas geralmente acontece através de um e-mail enviado por qualquer um dos jogadores; os outros atletas são tomados pela empolgação coletiva, a quadra de futebol sete é agendada e surge mais uma oportunidade de confraternização e de troca de carrinhos violentos com os colegas de outros departamentos.

    O último jogo aconteceu na terça passada. A proposta de fazer um Gre-Nal foi abraçada por todos, inclusive eu, que não jogava uma partida de futebol sete desde 2005 (situação agravada por um acidente doméstico que sofri em fevereiro do ano passado, quando trinquei o polegar do pé esquerdo fazendo exercícios na barra) (não me pergunte como; a história é meio longa) (enfim, em resumo, não consigo mais dobrar o tal dedo). Acabamos por fechar dois times, sete para o lado colorado e oito para o lado gremista. Os gremistas tinham um jogador reserva, nós não, e isso acabou sendo letal para o resultado final da partida, como veremos mais adiante.

    A partida começou equilibrada. Enquanto o Grêmio incomodava com Jeferson e Márcio no ataque, o Inter seguia seguro com Felipe desarmando e saindo com desenvoltura na defesa e com o maestro Carravetta acertando passes e chutando com precisão na frente. A entrada de Eidy, um nipônico veloz no estilo do saudoso Paulinho Kobayashi, também deu gás ao ataque gremista.

    Infelizmente, minha atuação acabou desequilibrando o jogo a favor dos gremistas. Os dois anos sem jogar e a semi-lesão no polegar pesaram no lombo. Corri nos primeiros vinte minutos; com trinta minutos de partida, não conseguia caminhar e respirar ao mesmo tempo. Por fim, aos quarenta, quando meu estado era parecido com o de um asmático disputando a São Silvestre, recebi uma bola na frente do gol e chutei com a pouca força que me restava, para cair rugindo na grama com uma cãibra fatal na panturrilha direita. Não havia mais nada a fazer a não ser rolar para fora do campo e ficar ali, estendido como um matambre recheado esperando a sua vez de ir para o fogo. E claro, meu chute passou longe do gol, em uma rosca fraca e constrangedora à direita de Hugo, arqueiro gremista de boa atuação. A falta de reservas colorados fez com que o Nilo trocasse de lado, atuando pelo Inter, no meu lugar, durante o último terço do jogo.

    A partida terminou em 8 a 4 para o Grêmio. Teremos um novo embate nessa terça e dessa vez os colorados terão um reserva para evitar situações como a do jogo anterior. Já confirmei presença (mas só se esse torcicolo maldito não continuar até amanhã).

    O Grêmio foi a campo com:

    Hugo (Produção Gráfica)
    Dedé (Criação)
    Soletti (Criação)
    Márcio (Tecnologia)
    Nilo (Atendimento)
    Giovanni (Produção Gráfica)
    Eidy (Criação)
    Jeferson (Estúdio)

    O Internacional entrou com:

    Moa (Estúdio e gremista, mas reforçou os colorados pela falta de goleiro)
    Frodo (Ex-Criação da Dez)
    Felipe (Financeiro)
    Eduardo (Criação)
    Gabriel “Mocoso” Martinez (Criação)
    Carravetta (RTVC)
    Cavinato (Criação)

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