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		<title>Cola Spray</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 16:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Marco Boni &#38; Ijuí __ Share this Post[?]&#160;&#160;&#160;&#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marco Boni &amp; Ijuí</em></p>
<p><object style="width: 425px; height: 350px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eWgQJC79Pyc" /><embed style="width: 425px; height: 350px;" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/eWgQJC79Pyc"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/letra.001.jpg" rel="lightbox[2699]"><span style="color: #ffffff;">__<a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/letra2.001.jpg" rel="lightbox[2699]"><img class="alignnone size-full wp-image-2709" title="letra2.001" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/letra2.001.jpg" alt="" width="416" height="357" /></a></span></a></p>
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		<title>Vamos Tarjificar o Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ideia]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Não que eu seja contra. Eu acredito que o relacionamento entre consumidores e marcas deva ser sempre honesto e transparente. Que o máximo de informações seja fornecido para que o cidadão escolha conscientemente e bem informado os produtos que deseja adquirir, não levando para casa o que pode lhe prejudicar a saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p>Não que eu seja contra.<br />
Eu acredito que o relacionamento entre consumidores e marcas deva ser sempre honesto e transparente. Que o máximo de informações seja fornecido para que o cidadão escolha conscientemente e bem informado os produtos que deseja adquirir, não levando para casa o que pode lhe prejudicar a saúde e o bem estar.<br />
Eu acredito também que fazer comunicação não é apenas convencer as pessoas a comprar este ou aquele produto, esta ou aquela ideia, mas também o jeito mais direto e democrático de informar o público que eu tenho aquilo que ele procura.<br />
Eu entendo a preocupação do poder público em alertar a população a respeito do que está nas prateleiras: remédios potencialmente perigosos, cigarros comprovadamente cancerígenos. bebidas alcoólicas provocadoras de vício ou acidentes de trânsito e assim por diante.<br />
Mas também acho que responsabilidade social, como o nome já diz, é responsabilidade de todos, perdoem-me a redundância. Ela se faz com a consciência da população, o respeito da iniciativa privada e a participação ativa do poder público. Entenda aqui que a participação ativa do poder público significa não apenas alertar, mas também proteger, fiscalizar, se fazer presente, aplicar as leis, punir os infratores, enfim, fazer o que os governos devem fazer.<br />
A Anvisa está determinando que as empresas de alimentos informem em sua publicidade os danos que seus produtos podem causar à saúde. Todos nós sabemos as consequências do consumo desregrado de qualquer substância &#8211; seja ela química ou apenas um alimento.<br />
Entusiasmado com essa ideia que pode acabar com a obesidade infantil, o câncer de pâncreas, a enxaqueca e a gota no Brasil, proponho que façamos um movimento: Vamos Tarjificar o Brasil.<br />
É muito simples e, por isso mesmo, genial: para cada produto, atividade, local ou elemento que gerar qualquer perigo ao cidadão brasileiro, o poder público vai exigir uma tarja esclarecedora colocada in loco. Isso vai diminuir drasticamente vários problemas crionicos que até hoje não tinham solução no horizonte. Até hoje, antes do VTB. Cito exemplos.</p>
<p>Show no teatro, você estaciona na rua. Tarja no local:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2676" title="#1" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1.jpg" alt="" width="473" height="121" /></a></p>
<p>Jogo de futebol:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/2.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2678" title="#2" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/2.jpg" alt="" width="471" height="119" /></a></p>
<p>No banco:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/explosao.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2690" title="explosao" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/explosao.jpg" alt="" width="471" height="118" /></a></p>
<p>No trânsito:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2680" title="#4" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4.jpg" alt="" width="472" height="95" /></a></p>
<p>Nas estradas:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/5.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2681" title="#5" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/5.jpg" alt="" width="471" height="114" /></a></p>
<p>Nos tribunais:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/6.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2682" title="#6" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/6.jpg" alt="" width="470" height="115" /></a></p>
<p>Nas praças:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/7.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2683" title="#7" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/7.jpg" alt="" width="473" height="116" /></a></p>
<p>Nas escolas:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/8.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2684" title="#8" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/8.jpg" alt="" width="472" height="115" /></a></p>
<p>Na minha rua, em dias de chuva e vento:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/9.jpg" rel="lightbox[2673]"><img class="alignnone size-full wp-image-2685" title="#9" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/9.jpg" alt="" width="475" height="115" /></a></p>
<p>Efeito imediato: alertadas, as pessoas não frequentarão mais os locais onde o poder público não está oferecendo os seus serviços básicos de proteção, manutenção, fiscalização, encaminhamento, solução. Sem as pessoas, não haverá mais roubos, assassinatos, reclamações, perda de patrimônio e todas aquelas situações que tornam a nossa sociedade pior, resultando em grande economia para o país e satisfação coletiva plena. VTB já!</p>
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		<title>O sentido de tudo isso</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 11:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Outro dia, tentando prestar a atenção em um dos jogos da Copa enquanto as vuvuzelas comiam soltas, tive o seguinte pensamento aleatório. O ser humano tem condições de controlar a maioria dos seus sentidos sem o auxílio das mãos ou de qualquer apetrecho. Os olhos a gente fecha. A boca, também. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p>Outro dia, tentando prestar a atenção em um dos jogos da Copa enquanto as vuvuzelas comiam soltas, tive o seguinte pensamento aleatório.</p>
<p>O ser humano tem condições de controlar a maioria dos seus sentidos sem o auxílio das mãos ou de qualquer apetrecho.<br />
Os olhos a gente fecha.<br />
A boca, também.<br />
O nariz, se não é possível fechar, dá para trancar a respiração e não sentir cheiro.<br />
Mas as orelhas estão sempre abertas. Ninguém as fecha. Ninguém “tranca” a audição.</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3077872464_59648e7080.jpg" rel="lightbox[2658]"><img class="alignleft size-full wp-image-2664" title="3077872464_59648e7080" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3077872464_59648e7080.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a>Se isto significasse algum tipo de hierarquia, a mensagem seria de que ouvir é prioritário ao resto. Se eu acreditasse em criacionismo, seria um recado claríssimo do agente sobrenatural.</p>
<p>Faça você mesmo a experiência: tente eliminar o sentido da audição sem usar as mãos ou tampões de ouvido. É impossível.</p>
<p>Por isso é difícil de acreditar que a maioria das pessoas não ouça. Não preste a atenção a seus pais, mentores, professores, chefes ou qualquer outra pessoa que tenha mais conhecimento que a média, mais coisas interessantes para dizer.</p>
<p>O brasileiro, particularmente, adora falar. Mas do que adianta falar pelos cotovelos se todos gritam e ninguém escuta?</p>
<p>Por que a necessidade de aplaudir a música no meio? Ou ser o primeiro a bater palmas antes do último verso, do último acorde, razão específica para centenas de pessoas estarem dividindo o mesmo espaço e prestigiando o mesmo artista?</p>
<p>Por que será que se criou uma indústria dos covers na música? Ouvir de novo o que você já conhece não é realmente ouvir. Será que as pessoas não querem escutar mais nada novo, querem a acomodação do já conhecido?</p>
<p>Por que tocam o hino no estádio se o que a torcida organizada quer é berrar um canto xulo de ofensa ao adversário o tempo todo, defectus perambulis para o tema nacional, regional, da bandeira ou da independência?</p>
<p>Pra que discurso em casamento, formatura, comício ou entrega de prêmio se da metade para trás da platéia a galera não está nem aí para o que o orador está dizendo?</p>
<p>Ouvir é uma arte muito mal desenvolvida. Confesso que até eu tenho dificuldade em escutar os outros. Muitas vezes atropelo meu interlocutor e não o deixo terminar seu raciocínio. E muitas vezes fico irritado quando isso acontece comigo.</p>
<p>Muito se lamenta que o hábito da leitura está perdendo a sua batalha contra as traquitanas tecnológicas, a televisão, a baixa qualidade da educação média das pessoas. Tanto quanto isso é ruim para se construir uma nação, o não saber ouvir também atrapalha. Até porque a primeira parte desta sentença não é uma verdade absoluta: nunca se leu tanto no mundo por causa da tecnologia, o fato da leitura migrar para novos suportes não significa que não se lê mais, mas que se lê diferente.</p>
<p>Já a audição, esta sofre. É uma vítima da modernidade. Por isso, na próxima vez que alguém for falar algo a você, por favor escute. Faça este bem para a civilidade, para o futuro da nação. E se você acha que eu não sou ninguém para ser ouvido e não aceitar o meu conselho, aceite pelo menos o do velho bardo, Shakespeare: “Ouça muitos, fale para poucos.”</p>
<p>Se você não confia em ninguém com mais de trinta anos, sem problemas, vamos de Lady Gaga: &#8220;Hoje, quase é necessário usar truques para que as pessoas escutem alguma coisa inteligente.&#8221;</p>
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		<title>Strike!</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 11:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque A TheNetworkOne é uma organização de agências independentes com associados em 65 países. A ideia, muito interessante, é a de oferecer um novo jeito de formar uma rede de agências, altamente customizada às necessidades técnicas e territoriais de cada cliente. Por trás da ideia estão cabeças criativas (e obviamente independentes) de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2655" title="34strike$early-strike-march-34" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/34strikeearly-strike-march-34.jpg" alt="" width="501" height="281" />A TheNetworkOne é uma organização de agências independentes com associados em 65 países. A ideia, muito interessante, é a de oferecer um novo jeito de formar uma rede de agências, altamente customizada às necessidades técnicas e territoriais de cada cliente.</p>
<p>Por trás da ideia estão cabeças criativas (e obviamente independentes) de mais de 300 agências. Todo o ano, a TheNetworkOne apresenta no seu seminário três de seus associados. Foi aí que eu conheci um case muito interessante contado por Karen Corrigan e Greg Titeca, fundadores da agência belga Happiness Brussels.</p>
<p>A ação criada por outra agência belga &#8211; Famous Brussels &#8211; é uma proposta impensável, na minha opinião, para o mercado brasileiro: uma greve virtual de agências.</p>
<p>O que foi feito: em fevereiro deste ano, meia dúzia de agências da Bélgica substituíram o conteúdo dos seus sites por uma carta que expressava o descontentamento do mercado com a falta de regras para concorrências de comunicação. Em um conjunto de sete regras firmado nos anos 90, estava combinado que o número máximo de agências em uma competição seria, no máximo, de três, mais a atual detentora da conta.</p>
<p>Depois da última crise econômica, anunciantes do país estavam chamando até dez agências para participar da mesma concorrência, com custos que chegavam a até 100 mil dólares para cada concorrente participar só desta primeira parte. O resultado era que, na média, uma segunda rodada com ainda quatro agências acontecia em seguida, com mais custos.</p>
<p>Fazendo uma conta básica: custo de 100 mil dólares, 10% de chances matemáticas, mais uma rodada com 25% de chances de sucesso.</p>
<p>Às poucas agências que iniciaram o movimento se somaram os principais grupos internacionais com atuação na Bélgica. No início oficial da greve virtual, mais de 20 estavam alinhadas, entre elas  JWT, Ogilvy, BBDO, Saatchi &amp; Saatchi e McCann, além das locais Happiness, Famous, Tagora, Boondoogle, 7beaufort e Kunstmaan. O manifesto era assinado pela ACC, Association of Communication Companies Belgium.</p>
<p>Ao mesmo tempo, praticamente todo o mercado belga estampou a carta em seus sites, criando uma corrente que poderia ser seguida ao se ir navegando de agência para agência na internet. Em uma semana, 850 mil pageviews foram registrados. A ação foi apoiada pelas associações IPA &#8211; UK e a ACA &#8211; South Africa e noticiada e discutida na Advertising Age, Adverblog, Contagious, Creative Review e nas mídias sociais.</p>
<p>Dê uma olhada no case, foi prata em Cannes.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6cvXlPS0rDk&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6cvXlPS0rDk&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O insumo mais precioso de uma agência é o tempo da sua equipe. Não há nada mais caro do que uma hora de dedicação de um profissional. Concorrências são fundamentais, é delas que surge o novo assunto, a nova motivação e, claro, o novo dinheiro. O jeito que elas têm sido feitas atualmente, muitas vezes transforma a maioria das agências em massa de manobra. Tomar uma atitude por mais tempo, mais briefing, mais técnica em um processo onde você &#8211; literalmente &#8211; entrega o ouro junto com mais nove, dez concorrentes, é uma atitude impensável em outras atividades profissionais, mas corriqueiro na comunicação.</p>
<p>Ninguém começa uma obra sem orçamento. Ninguém deita em uma maca cirúrgica sem estar coberto por seguro. Mas é corriqueiro você abrir o livro da estratégia particular que você criou para um prospect, que acaba escolhendo outra agência, sem ter a menor remuneração para isso. E também é comum se trabalhar árdua e entusiasmadamente em uma concorrência para depois, e só depois descobrir que a remuneração &#8211; que não foi explicitada no começo do processo &#8211; não paga o seu esforço.</p>
<p>Esta é a realidade. Concorra-se com um barulho desses.</p>
<h3><em>Recreio</em></h3>
<p>Alguns não-ouros em Cannes. Depois do Walk In Fridge, o Walking Fridge da Heineken, shortlisted:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gjAZ5esOBZw&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gjAZ5esOBZw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Prata para os comerciais bizarros do queijo Panda&#8230;</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CHomKI4zCYY&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/CHomKI4zCYY&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dVW3K3-sNbQ&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dVW3K3-sNbQ&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y0Q3iaf8nfA&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Y0Q3iaf8nfA&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&#8230;e bronze para os argentinos:</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mTXLcvw6hZ4&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mTXLcvw6hZ4&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YHuBJbfwVKc&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YHuBJbfwVKc&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Madness and Ideas are related</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 06:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque De onde vem a inspiração? Partiu desta pergunta o seminário apresentado por David Harris, Executive Creative Director da Wunderman London. Menos um seminário, mais uma declaração de princípios criativos, foram 45 minutos de defesa fleumática da qualidade da ideia, nos dois sentidos da expressão: a boa ideia, que rompe com o lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque<br />
</em></a><br />
De onde vem a inspiração?<br />
Partiu desta pergunta o seminário apresentado por David Harris, Executive Creative Director da Wunderman London. Menos um seminário, mais uma declaração de princípios criativos, foram 45 minutos de defesa fleumática da qualidade da ideia, nos dois sentidos da expressão: a boa ideia, que rompe com o lugar comum; e suas características, que devem ser respeitadas para que esta tenha a eficiência que queremos. Esta segunda parte é que foi a mais interessante.</p>
<p>Princípio geral da coisa: ideias são óbvias. Mas, de vez em quando não conseguimos enxergá-las. O grande dilema do criador é o de cumprir prazos apresentando ideias originais e pertinentes. Mas a imposição de um tempo cronometrado é, fisiologicamente falando, um tiro no pé do resultado final.</p>
<p>Para obtermos melhores resultados, então, deveríamos respeitar a seguinte ordem natural das coisas:<br />
Precepção do problema<br />
Tempo de reflexão<br />
Dispersão<br />
O “gatilho”<br />
Epifania<br />
Comunicação da ideia</p>
<p>Nosso cérebro precisa de tempo para digerir informação e &#8211; a parte mais importante &#8211; a desconstruir. A permanência de alguém na mesma atividade em que recebeu o comando de aç?o &#8211; &#8220;Tenha uma ideia sobre isso, rápido!&#8221; &#8211; dificulta o desprendimento, ou a digressão necessária para que possamos achar soluç?es inéditas, criativas ou ao menos interessantes.</p>
<p>David Harris entrevistou a escultora e criadora de instalações Cornela Parker. E o depoimento dela sobre o processo de ter ideias é muito interessante, pois reproduz fielmente uma situação enfrentada no dia-a-dia por quem cria para a propaganda:</p>
<p>“A inspiração é algo escorregadio. Você tem que mantê-la na sua visão periférica, fingindo não estar interessado. Pois basta estar consciente à procura para ela se manter irritantemente arisca&#8230;<br />
&#8230;é geralmente quando estou caminhando, ou no ônibus, ou jogando conversa fora, ou na cama tentando dormir, que ela aparece.”</p>
<p>“&#8230;é como se fosse um quebra-cabeças microscópico, pequenos pontos de estímulo que vão se acumulando através do tempo e que, de repente, passa a fazer sentido juntos, fazendo você pensar que teve uma ideia surgida do nada.”</p>
<p>Há instalado no mercado o estereótipo do criador lento, ou manhoso, que não tem a disciplina e a fibra necessárias para trabalhar sobre pressão. Ok, o prazo é uma das variáveis importantes do nosso trabalho, mas vamos combinar que muitas vezes ele é ridículo, ou incoerente com a importância da tarefa. E isto não diz respeito apenas ao trabalho da Criação, pois as ideias do Planejamento, Mídia e Atendimento também s?o fundamentais.</p>
<p>Uma frase do compositor Rolf Hind ilustra bem a questão:<br />
“Eu costumava achar que meus amigos compositores eram preguiçosos, até o dia em que eu comecei a compor. Foi quando me dei conta que fazer nada é, na verdade, uma parte importante do processo.”</p>
<p>O mito do gênio rebelde, afinal de contas não é tão mito assim. Nem o do criador maluco, e intratável. Gente que não obedece horários, não tem disciplina para o briefing, o mercado estava repleto desta espécie hoje em extinção. Mas quantas histórias de loucura e impulso irresistível eu já ouvi sobre Zaragosas, Olivettos, Roneys Papa, Capelettis, Retamosos, e quantos ideias incríveis e invejáveis estas figuras da propaganda já deixaram como legado? Acho que bastante das duas.</p>
<p>Até porque, como também disse mr. Harris, &#8220;Ideias não são confortáveis. E muitas vezes são perigosas.&#8221; Revoluções, mesmo na escala infinitamente irrelevante que a publicidade tem para a humanidade, necessitam de ideias loucas e de sujeitos idem. E de tempo de maturação. Todos nós sabemos, criadores ou não, que elas precisam circular para se tornar fortes, seja pela crítica construtiva de um colega criativo, seja pela opini?o da mulher do cafezinho. O tempo, esse sujeito maldito na cadeia produtiva da nossa indústria, é sim o melhor remédio para ver se uma ideia para em pé ou não. Quantas vezes você foi dormir com uma ideia genial e acordou com um jerico debaixo do seu travesseiro?</p>
<p>Ou, na ordem inversa, como um dia se perguntou Einstein:<br />
“Por que tenho minhas melhores ideias quando estou me barbeando?”</p>
<p>Faça você mesmo o seu Grand Prix</p>
<p>Este filme altamente debochado da Old Spice foi o Grand Prix de filme deste ano em<br />
Cannes. O que você acha de “The Man Your Man Could Smell Like”?</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/owGykVbfgUE&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/owGykVbfgUE&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Humildemente discordo da decisão dos jurados. Para mim, o belíssimo “Arctic Sun”, da Tropicana, deveria ser o vencedor:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/abkIIypRWv4&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/abkIIypRWv4&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mas haviam outros fortes candidatos. Puma “Hard Chorus”, por exemplo, é um grande filme:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Mo2wFptAX3k&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Mo2wFptAX3k&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E “The most interesting man in the world” da cerveja mexicana Dos Equis é sensacional:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QI58wj4b4g0&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QI58wj4b4g0&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Sem falar na doideira geral de “Replacement” &#8211; astral Skitlles &#8211; da marca Fruit by the Foot:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m7f4aAa5tSs&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/m7f4aAa5tSs&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E o próprio Skitlles:</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZlZkgdF2_2k&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZlZkgdF2_2k&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Todos estes filmes foram ouro em Cannes, estavam qualificados para ser Grand Prix. Então porque você não dá uma de louco, finge que é deus é decreta o seu?</p>
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		<title>Futebol é bola na web</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 05:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Jimmy Maymann, chairman da Go Viral, tem público cativo em Cannes. O seminário dele, sempre muito prestigiado, no ano em que o Youtube completou 5 anos se tornou obrigatório. Todo mundo que trabalha com comunicação sabe que os últimos 5 anos foram uma grande montanha russa no jeito de tocar o negócio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque<br />
</em></a><br />
Jimmy Maymann, chairman da Go Viral, tem público cativo em Cannes. O seminário dele, sempre muito prestigiado, no ano em que o Youtube completou 5 anos se tornou obrigatório.<br />
Todo mundo que trabalha com comunicação sabe que os últimos 5 anos foram uma grande montanha russa no jeito de tocar o negócio. E um dos grandes responsáveis que pode ser nominalmente responsabilizado é o Youtube.<br />
Como disse Maymann, “o Youtube nasceu do entretenimento” e ele foi o canal que atraiu milhões para dentro da internet (criaturas pré-digital generation sempre dizem “vou entrar na internet, mesmo após se adaptarem ao meio). Imagine vocês se a sua mãe poderia mandar para a sua tia aquele video do gatinho que toca piano se para isso fosse necessário todo o processo de compactar/trocar extensão/subir/criar um endereço/etc para que o conteúdo engraçadinho chegasse ao endereço digital de dona Solange.<br />
Quase esqueci de dizer o nome do seminário da Go Viral: De Hollywood para a Madison Avenue. E você pensou “já sei: Don Draper”. Não, digo eu, Don Draper fez o caminho contrário.<br />
Hollywood é puro entretenimento e é isso que a Youtube Generation quer. E se isso é uma má notícia para a propaganda tradicional, não traz nada de negativo para a propaganda de qualidade. Esta sempre foi entretenimento, sempre foi contadora de estórias, sempre foi passada de boca a boca mesmo quando esta forma primordial de comunicação era feita no recreio das aulas de segunda-feira, quando a gente comentava os comerciais bacanas que haviam passado no intervalo do Fantástico.<br />
Pois bem, agora tem todo esse universo digital que deve ser explorado, com a diferença de que há um milhão e um programas do Fantástico rodando ao mesmo tempo na rede, inclusive o próprio produzido pela Rede Globo. E não só no computador da sua tia (sim, computador virou coisa de tia), mas nos celulares, nos tablets, nos painéis digitais com touch screen que se multiplicam a rodo, você escolhe.<br />
Pegando o gancho da Tribal DDB, o sujeito dócil que sentava na frente da TV agora tem um botão ejetor que catapulta o caríssimo material que o seu cliente pôs no ar em segundos, basta ser chato ou empurrador de coisas que ele não tem interesse. E por isso, para ganhar o tempo desse sujeito que agora tem muito poder, você tem que conquistá-lo segundo as regras dele. Vamos a elas de acordo com Jimmy Maymann.<br />
- Não dá mais para impor conteúdo, você tem que primeiro divertir para depois informar. Quanto mais interessante for, mais tempo você ganha. Esfregar o logo na cara da platéia, por exemplo, é algo que a maioria não tolera mais.</p>
<p>Um excelente exemplo para isso é o longuíssimo vídeo do Johnny Walker, estrelado pelo Fulano de Tal. É fantástico como um tema tão comercial, maçante até, se transforme em uma grande história pela maneira como foi formatado. Duvido que alguém não decora a maior parte da história da marca depois de vê-lo:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MnSIp76CvUI&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MnSIp76CvUI&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>- Citando Tim Armstrong, CEO da AOL: “Content is king”. Assim que você conseguir o engajamento da sua platéia, ela naturalmente vai reproduzir o seu conteúdo interessante para os seus amigos, vizinhos e colegas, multiplicando o alcance da sua mensagem. Engajamento é igual a ação, estar do mesmo lado da mesa é fundamental. E ninguém cria um “viral”, quem viraliza é a platéia.</p>
<p>- Escolha o seu modelo de confecção de conteúdo, ou misture-os de foram competente:<br />
1. O modelo patrocinado<br />
A marca aparece como patrocinadora de algo muito interessante, ela é a responsável por este conteúdo chegar à platéia. O exemplo foram as Copenhagen X Sessions, patrocinadas pela Sony Ericsson, que são compostas por 68 vídeos de bandas independentes:</p>
<p><a href="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/x-sessions.tiff"><img class="alignleft size-full wp-image-2618" title="x sessions" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/x-sessions.tiff" alt="" /></a><a href="http://www.xsessions.dk/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-2620" title="x sessions" src="http://www.dezpropaganda.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/x-sessions.jpg" alt="" width="508" height="215" /></a></p>
<p>2. O modelo de conteúdo de marca<br />
Neste o “herói senta no fundo da sala”, produzindo uma narrativa que gire em torno dos valores da marca, como nesta campanha genial <span style="text-decoration: line-through;">da Microsoft</span> do Google para o seu novo browser, o Chrome:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SC-2VGBHFQI&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SC-2VGBHFQI&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>3. O modelo de produto<br />
A narrativa gira em torno dos valores do produto. O exemplo foi a ação da Nokia para o seu novo modelo N8:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j3P7ttoKGeY&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/j3P7ttoKGeY&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As agências tradicionais deveriam se preocupar com tudo isso? Sim e não. Sim porque há grande resistência em mudar o modelo. Vou mais além: há grande resistência em entender o modelo e, principalmente, entender a cabeça dos profissionais que criam conteúdo para essa nova geração de comsumidores que começa nos twins mas já avança rapidamente para a faixa dos 40, 50 anos. Como a gente já comentou, a vovó de motoca virou a vovó de iPad.</p>
<h5><span style="color: #000000;"><em>E agora, o solitário parágrafo que dá sentido ao título deste post.</em></span></h5>
<p><span style="color: #ffffff;">___</span></p>
<p>As “bobagens” enviadas diretamente de computador para computador já estão recheadíssimas de conteúdo de marca, de produto, de ideologia. Como diria aquele grande filósofo da atualidade, o professor Muricy, não tem mais bobo no Fifa 2010. E aí entra o “não” do início do parágrafo anterior: se a sua marca só jogava bola no campo oficial e com duração de 30 segundos, um minuto, agora ela vai ter que ter treino para encarar os campinhos mais duros da web. E fôlego para aguentar partidas de minutos sem encher o saco do consumidor.</p>
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		<item>
		<title>Os donos do campinho</title>
		<link>http://www.dezpropaganda.com.br/blog/?p=2604</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Primeira vez que vejo um seminário da Tribal DDB de Londres, feito junto com a Sapient Nitro. No palco dois pirralhos, no bom sentido da coisa, muito seguros do que estão falando. Título: “The Meek Have Inherited The Earth” (O dócil herdou o planeta). Sou um dos sócios de uma agência que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p>Primeira vez que vejo um seminário da Tribal DDB de Londres, feito junto com a Sapient Nitro. No palco dois pirralhos, no bom sentido da coisa, muito seguros do que estão falando. Título: “The Meek Have Inherited The Earth” (O dócil herdou o planeta).</p>
<p>Sou um dos sócios de uma agência que há mais de dois anos estuda muito o digital. Investigação que culminou na Digital Zoo, nossa unidade de planejamento e integração do meio web. Por isso, sempre é interessante ouvir a turma digital, pois para o mesmo resultado na internet, existem inúmeros caminhos. E inúmeras organizações possíveis de serem feitas para que os quebra-molas não surjam no caminho.</p>
<p>Os caras começaram a falar e o título do seminário fez o maior sentido.</p>
<p>Não é combinado, é tendência mesmo. Sabe aquele mantra da fidelidade do consumidor que você aprendeu na faculdade? Pois é, o ambiente digital parece que está detonando com este conceito, tão procurado, tão desejado, tão difícil de conquistar para as marcas.</p>
<p>Todo mundo sabe que a voz maior, a minoria barulhenta da internet é composta por adolescentes revoltados e com sede de vingança contra tudo e contra todos. Quando eu falo em adolescentes, estou citando todos aqueles que utilizam da segura distância virtual para desrecalcar em cima de pessoas físicas e jurídicas. E as redes sociais para amplificar oe dar alta velocidade para o seu ruído.</p>
<p>Mas Matt Ross, Head of Creative da Tribal, tocou em um ponto tão simples, tão conhecido por todos, mas muitas vezes não levado em consideração pela gente algumas vezes, que o meu radar ligou no volume 10:<br />
“Devemos entender quem o consumidor decidiu ser online.”<br />
Essa é velha. Todo mundo sabe que na rede o cara amplifica algumas de suas características, ao mesmo tempo em que suprime outras e ainda inventa umas outras. Mas eu ainda não havia ouvido essa verdade tão básica ser utilizada para a seguinte conclusão: se ele não é ele mesmo, e pode ser mil diferentes, como é que você vai esperar lealdade desta criatura de múltipla personalidade?</p>
<p>Segundo a tese deles, isso torna a fidelidade uma ilusão. E se você for esperto, vai se dar conta que ela, a fidelidade, deve deixar de ser um objetivo para tornar-se um efeito do seu trabalho. E assim agir estrategicamente na busca de um relacionamento sem compromisso.</p>
<p>Bom, daí pra frente vai da habilidade de cada um traçar sua estratégia e transformar sua marca em um sujeito humanizado, abordável e amigável. E que tope um relacionamento sem juras de amor eterno, uma espécie de amizade colorida com o consumidor.</p>
<p>Pegou? Então guarda para pensar sobre isso. E fique com a frase de Buddha que surgiu quase no final do seminário. E que faz todo o sentido com o que eles disseram:<br />
“A felicidade nunca diminui quando você a compartilha.”</p>
<p>Entendeu? Então vai correndo fazer o seu cliente compartilhar um pouco de felicidade com os seus consumidores.</p>
<p>Recreio</p>
<p>Eu também quero compartilhar felicidade com vocês, meus 24 leitores. Do sempre longo rolo de carros, uma pequena seleção de humor publicitário. Escrevo sem ainda não ter a menor ideia de quem foi pro short list, mas foram comerciais que, na minha opinião, saíram do lugar comum. Começando com a campanha Dog Tested da Subaru:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D_fKxVBMR60&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/D_fKxVBMR60&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S6vzQCdzHPo&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S6vzQCdzHPo&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8u68UUoVzYU&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8u68UUoVzYU&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Adoro comercias que pegam brincadeiras comuns e as transformam em atributo de venda. O briefing de PunchDub da VW você não precisa pegar na mão, está escrito nas entrelinhas do comercial:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MQ3wgX2Oruo&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MQ3wgX2Oruo&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E uma provocação da Audi:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/B_h1Lnwk8qI&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/B_h1Lnwk8qI&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Criadores ou inventores?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 22:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Acabo de sair das premiação de Press, Design &#38; Cyber. Algumas considerações: Assim como São Paulo é uma nação independente dentro do Brasil, a Almap é um país a parte dentro da propaganda brasileira. O trabalho “Música, entenda do que ela é feita”, criado para a revista Billboard, é de um primor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://twitter.com/saulduque">Carlos Saul Duque</a></em></p>
<p>Acabo de sair das premiação de Press, Design &amp; Cyber. Algumas considerações:</p>
<p>Assim como São Paulo é uma nação independente dentro do Brasil, a Almap é um país a parte dentro da propaganda brasileira. O trabalho “Música, entenda do que ela é feita”, criado para a revista Billboard, é de um primor técnico e de uma pertinência fantásticos. Levou Grand Prix de Press e Outdoor, 2 ouros em Press e um em Outdoor.<br />
De lambugem, foi a única agência brasileira a ganhar um leãozito no Cyber (com VW). Veja o case da Billboard:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SJg1McbiDc0&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SJg1McbiDc0&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Falando em Cyber, quanta coisa bacana na categoria. Trabalhos consistentes que a gente vê o bem que fazem para a marca que representam. Os dois Grand Prix são fantásticos: “The fun theory” da DDB Stockholm para a VW&#8230;</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mTqOn9zng_M&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mTqOn9zng_M&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&#8230;e “Chalkbot”, que a Wieden+Kennedy criou para a Nike:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5Jb-KT4r6NY&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5Jb-KT4r6NY&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No final, o presidente do juri da categoria disse algo muito interessante. O americano Jeff Benjamin, da Crispin Porter &amp; Bogurski, acha que, mais do que criadores, quem trabalha em Cyber é um inventor, sempre procurando uma nova maneira de unir tecnologia e criatividade para fazer a diferença.</p>
<p>E no design, o Grand Prix ficou com um trabalho incrível de tipologia para o carro IQ da Toyota cujo designer foi… o próprio carro. Entenda:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9ovKUYBcD5A&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9ovKUYBcD5A&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E pra terminar, dois trabalhos que, além de leões de ouro no Cyber receberam muitos (e merecidos) aplausos. E que justificam a fala do presidente do juri de Press &amp; Film, Mark Tutssel (Global Chief Creative Officer, Leo Burnett), que disse estar vendo em Cannes 2010 um acervo de peças “rooted in human purposes”. Bonito, hein? Mas ele não parou por aí: falou também que via alegremente um renascimento do texto bem escrito e que Cannes era “como uma fonte de energia criativa que proporciona uma recarga para aqueles que estão com as baterias no vermelho.” Muito bem, mr. Mark.</p>
<p>Pilot Pen Handwriting, da Grey España de Barcelona:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pHl8UEewbN8&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pHl8UEewbN8&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E “A campaign designed to drop sales”, da TBWA/Hunt/Lascaris para o Southern African Counter-Trafficking Assistance Programme da África do Sul. <a href="http://osocio.org/message/2010_world_cup_a_campaign_designed_to_drop_sales/" target="_blank">Clique no link para ver o case completo</a>.</p>
<h3>Bonus reel</h3>
<p>Trailer do curta &#8220;I&#8217;m here&#8221; do diretor Spike Jonze, que se apresnetou esta manhã em Cannes no seminário da Kraft Foods &#8220;A conversation with Spike Jonze&#8221;.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qow5_R0ab7w&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Qow5_R0ab7w&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>WGSN e a velhinha de motoca</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Moda]]></category>
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		<category><![CDATA[Referências]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Acho que todo mundo conhece a Worth Global Style Network, um serviço ultrasofisticado de previsão de tendências utilizado por milhraes de anunciantes ao redor do mundo. No domingo eles realizaram o seminário “O triunfo da beleza”, dando as coordenadas para o que eles acham que vai acontecer ali na frente. Em linhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p>Acho que todo mundo conhece a Worth Global Style Network, um serviço ultrasofisticado de previsão de tendências utilizado por milhraes de anunciantes ao redor do mundo. No domingo eles realizaram o seminário “O triunfo da beleza”, dando as coordenadas para o que eles acham que vai acontecer ali na frente.</p>
<p>Em linhas gerais, eles acreditam que o excesso de informação que todos estamos vivendo atingiu níveis sufocantes e que os consumidores vão começar a reagir, buscando o seu espaço para respirar entre tanta “disruption”, “integration” e outras palavras muito em voga no nosso setor. Eles chamam isso de tendência ao “Out of the noise”.</p>
<p>Naturalmente, as pessoas vão abrir mão da informação pelo simples fato de não conseguirem absorvê-la em níveis tão elevados. (não vamos esquecer que a “velhinha de motoca” já se transformou na “velhinha de iPad”).</p>
<p>Outro fato interessante: cada vez mais as marcas brincam com a realidade através de produtos legítimos que parecem falsos e ambientes que parecem reais, mas não são. Esta é a tendência de fazer o falso parecer melhor do que a realidade e está sendo chamada de “Faux Real”.</p>
<p>Os dois convidados da WGSN para o seminário foram Torsten Hochstetter, Diretor de Criação Global da Adidas, e Edson Matsuo, Diretor de Criação da Melissa. E esta para mim foi a parte mais interessante: foram colocadas lado a lado uma empresa alemã e outra brasileira.</p>
<p>Na Adidas, há um comando central que fornece info e trends para 350 designers ao redor do mundo, que trabalham focados neste conteúdo e depois retroalimentam a central, que escolhe o que vai ser feito.</p>
<p>Na Melissa, a informação flui de forma orgânica, andando por toda a empresa e não sendo privilégio de nenhum departamento específico. Investe-se mais tempo na “imprecisão” do processo, no processamento coletivo de toda a informação, do que especificamente em organizar o que existe para ser trabalhado.</p>
<p>Alemanha x Brasil. Em resultado final, dá 1&#215;1. Ambas as empresas têm um trabalho brilhante. Mas o gol da Alemanha foi feito de uma jogada ensaiada de bola parada. O do Brasil, surgiu de uma série de dribles desconcertantes.</p>
<h3><em><strong>Recreio</strong></em></h3>
<p>Vídeo-convite para o seminário da Wunderman, “Where Does Inspiration Come From?”. Que eu conto na sequência.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ITKLBZQwEG4&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ITKLBZQwEG4&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Que rolo o do varejo</title>
		<link>http://www.dezpropaganda.com.br/blog/?p=2590</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saul</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
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		<category><![CDATA[Cannes]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Saul Duque Muito se ouve falar aqui em Cannes que 2010 é o ano da volta. Depois de uma crise braba e de mais ou menos dois anos de adaptação do mercado aos orçamentos minguados e o impacto da internet, Cannes meio que volta ao normal e segue caminho. “Cannes is bouncing back”, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/saulduque"><em>Carlos Saul Duque</em></a></p>
<p>Muito se ouve falar aqui em Cannes que 2010 é o ano da volta. Depois de uma crise braba e de mais ou menos dois anos de adaptação do mercado aos orçamentos minguados e o impacto da internet, Cannes meio que volta ao normal e segue caminho. “Cannes is bouncing back”, é o que se diz.</p>
<p>Em termos numéricos, faz todo o sentido. 40% a mais de delegados, 7 mil no total. Ano passado, apesar do pessimismo geral, estava muito confortável participar do festival. 2010 já tem fila pra tudo.</p>
<p>Mas as categorias-novidade deixaram de ser novas, com todas as vantagens e desvantagens que isso traz: já se nota mais consistência no trabalho apresentado, mais inscrições de cases muito inovadoras e, claro, a invasão de fantasmas nas categorias, o velho truque índio que todo mundo usa desde que Cannes é Cannes.<br />
Como disse o @cmerigo no twitter, <em>“Leão pra fantasma devia ser de acrílico, transparente, a galera lá de Cannes ia economizar pra kct. Sem contar que a mala volta mais leve.”</em></p>
<p>Hoje, segunda-feira, vi quase todo o rolo de retail. Quase todo porque não deu pra aguentar a chatice. Todos os anos há uma porcentagem alta de trabalhos que não deveriam ser inscritos, critério zero. Mas foi nesta categoria que eu mais notei os resquícios da crise, principalmente no trabalho das agências americanas. No texto dos comercias, fala-se em recessão, corte, economia, o diabo.<br />
Por mais que a categoria esteja fraca, sempre há trabalhos de destaque. Antes de mostrar, um critério que eu estou usando: não vou postar os arroz de festa da internet, pois estes todo mundo já viu um zilhão de vezes na internet. Vou tentar selecionar coisas que, pelo menos para mim, são inéditas.</p>
<p>Tipo esse comercial-verdade da Ikea:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AGwJuz2WJiU&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AGwJuz2WJiU&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Campanha muito doida da Hornbach, rede de lojas alemã de bricolage e jardinagem, cuja assinatura é “How much madness are you up to?” Filmes esteticamente impecáveis e muito, muito sinistros.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K4ujP0Da48Y&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K4ujP0Da48Y&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QDkc2qxOgLI&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QDkc2qxOgLI&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E essa muito engraçada da rede peruana Maestro Home Center.</p>
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<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nm4J0xhfIZE&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nm4J0xhfIZE&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8qfKltJ68aw&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8qfKltJ68aw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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