Daniella Ferreira
E então que hoje, em comemoração a nada e a coisa nenhuma, acontece o Bigoday na Dez Propaganda. Quem não tinha bigode, deixou crescer. Quem tinha barba, raspou. E quem não tinha nem nunca vai ter, deu um jeito de improvisar.
Mas…bigode???
Sim, aquele conjunto de pelos faciais, localizados entre o nariz e o lábio superior e é comum ser preservado por alguns homens junto ou não de uma barba. Também pode crescer em mulheres, não é, Tia Lúcia?
E as mulheres, tipo assim, a Angelina Jolie, gostam de bigode?
Olha, depende. Da mulher, do bigode, de tanta coisa. Mas a boa notícia é que policiais rodoviários, portugueses da padaria e Clark Gables em geral agora são bem-vindos ao mundo da moda. O site WGSN, grande apontador de tendências, já mandou avisar que usar bigode é bacana. Foi só Brad Pitt e Robert Downey Jr. desfilarem assim nas calçadas da fama que os editores de moda cresceram o olho. E passaram a achar fashion deixar crescer também os pelos debaixo do nariz.
Mããs… de onde saiu essa idéia?
A idéia do Bigoday é coisa do Thiago Bizarro, chefão do Design. Só um cara com esse nome, Thiago, pra ter idéias assim. A outra idéia, o tal do bigode, surgiu na idade média, quando os germanos chamaram a atenção dos habitantes da Península Ibérica por causa do monte de pelos em cima da boca e de seus juramentos e imprecações que proferiam. Com inusitada freqüência, os germanos exclamavam ‘bi Got!’, ‘por Deus!’ Mais que um juramento, era uma mera interjeição. Mas, sem entender o que aquela palavra significava, os ibéricos começaram a chamar de ‘bigot’ os homens bigodudos.
E tem algum bigodudo famoso aí?
Exatamente aqui na Dez, exatamente assim, famoso, não. Tem alguns sósias de famosos, serve? Mas ah, quem precisa de fama quando se tem amigos de bigode?
Só acredito vendo. Tem foto?
Ca-laro. E elas estão bem aqui, onde tem que estar: debaixo do seu nariz.


























